A biópsia líquida avança da bancada para a decisão terapêutica, enquanto anticorpos conjugados redesenham sequências de tratamento e diagnósticos companheiros se multiplicam.
ctDNA positivo vira porta de entrada em fase 3 (ClinicalTrials): Georgetown recruta pacientes com adenocarcinomas gastrointestinais (cólon, reto, estômago, pâncreas, fígado) positivos para ctDNA em estudo pivotal de terapias inovadoras — a biópsia líquida deixa de ser só monitoramento e passa a definir elegibilidade.
T-DXd se firma em câncer gástrico HER2+ (Literature): Revisão até agosto/2026 consolida trastuzumabe deruxtecana como padrão em segunda linha (sobrevida global 14,7 vs 11,4 meses no DESTINY-Gastric04) e enfatiza reavaliação do status HER2 pós-progressão por biópsia, dada a heterogeneidade e perda dinâmica do alvo.
FDA aprova teste companheiro PD-L1 IHC 28-8 (FDA/PMA): Agilent Technologies recebe via PMA a luz verde para ensaio de imuno-histoquímica que seleciona pacientes candidatos a bloqueio de checkpoint PD-1/PD-L1 — mais uma ferramenta para medicina de precisão em oncologia.
Diretrizes ampliam retorno de achados secundários (Literature): Workshop do NHLBI atualiza recomendações para coortes observacionais e agora inclui escores de risco poligênico, mosaicismo somático e farmacogenômica, com ênfase em equidade — genômica populacional ganha roteiro ético.
Amgen encerra fase 3 de bemarituzumabe em gástrico FGFR2b+ (ClinicalTrials): Estudo que combinava anti-FGFR2b, quimioterapia e nivolumabe foi terminado pelo patrocinador sem detalhe público — sinal geralmente associado a eficácia ou segurança abaixo do esperado.
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