A edição de hoje traz avanços em imunoterapia oncológica, ampliação da triagem neonatal e novos desafios em segurança de terapias dirigidas.
Vacina personalizada contra câncer guiada por doença residual molecular: Estudo fase 1 da Washington University avalia vacina personalizada (PCV) em tumores sólidos (bexiga, gastroesofágico, melanoma, pulmão) com doença residual detectável por ctDNA, sinalizando uso de biópsia líquida para seleção de pacientes e monitoramento de resposta (ClinicalTrials).
Triagem genômica universal em recém-nascidos: Columbia University recruta para estudo de triagem genômica que amplia o escopo da triagem neonatal tradicional, rastreando condições genéticas de início precoce com penetrância quase completa usando sequenciamento de nova geração (ClinicalTrials).
Gestão de toxicidade de ADCs anti-TROP2 em câncer de mama: Revisão clínica detalha perfis de segurança distintos entre sacituzumab govitecan (neutropenia, diarreia) e datopotamab deruxtecan (estomatite, eventos oculares, pneumonite), propondo estratégias de manejo como uso de G-CSF e avaliação de risco por UGT1A1 (Europe PMC).
IPMNs como marcadores de risco amplo para câncer: Revisão propõe que neoplasias mucinosas papilares intraductais podem sinalizar suscetibilidade a câncer pancreático e extrapancreático (colorretal, gástrico, mama), justificando rastreio de variantes germinativas em BRCA1/2, PALB2 e ATM e vigilância personalizada (Europe PMC).
ctDNA e heterogeneidade em melanoma avançado: Estudo longitudinal em 42 pacientes com melanoma avançado correlacionou níveis de ctDNA por NGS com resposta radiológica e volume tumoral, revelando heterogeneidade espacial e temporal na dinâmica de resposta a inibidores de checkpoint (Europe PMC).
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