Sinais recentes trazem avanços em terapia-alvo, biópsia líquida e farmacogenômica que prometem mudar o cuidado ao paciente.
Primeira fase 3 para KRAS G12D no câncer de pâncreas: A Incyte iniciou recrutamento de dois estudos fase 3 avaliando o inibidor INCB161734 combinado com quimioterapia em pacientes com adenocarcinoma pancreático metastático portadores da mutação KRAS G12D — a mutação mais comum nesse tumor e, até hoje, sem terapia-alvo aprovada (ClinicalTrials).
Biópsia líquida ganha dimensões além do ctDNA: Revisão publicada classifica biomarcadores de biópsia líquida — ctDNA, células tumorais circulantes, vesículas extracelulares, RNA não-codificante, plaquetas educadas por tumor — e resume técnicas de detecção avançadas para detecção precoce, monitoramento de doença residual e predição de resposta a terapias (Europe PMC).
DNA mitocondrial livre circulante como analito multidimensional: Artigo propõe que cf-mtDNA seja analisado não só em abundância, mas em tamanho de fragmento, composição de extremidade, heteroplasmia e lesões oxidativas, com potencial em detecção de câncer, inferência de tecido de origem e monitoramento de doenças críticas (Europe PMC).
Farmacogenômica cardiovascular e inteligência artificial: Revisão argumenta que a combinação de farmacogenética com IA pode personalizar terapias cardiovasculares ao integrar variações genéticas individuais e grandes volumes de dados clínicos, genéticos e de imagem, apesar de barreiras éticas e de validação ainda pendentes (Europe PMC).
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